“Olhar, Escuta e Presença: Recursos para contar histórias”, com Felícia Fleck

Destacado

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Oficina destinada a contadores de histórias, educadores e demais interessados. Tem como objetivo exercitar e desenvolver recursos essenciais na prática de contar histórias: o olhar atento, a escuta sensível e a qualidade de presença.

Programa: Exercícios para desenvolver o olhar, a escuta e a presença na contação de histórias. Contos breves. Memorização do conto. Roda de histórias.

Quando?
19 e 22 de junho (terça e sexta-feira), das 19h às 21h30.
23 de junho (sábado), das 09h às 12h.
Carga horária: 08h | 15 vagas.
Investimento: R$ 170,00.
Inscrições: barcadoslivroscomunicacao@gmail.com

Felícia Fleck é contadora de histórias, bibliotecária e doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisa sobre a identidade e a profissionalização do contador de histórias contemporâneo.

Atua profissionalmente com contação de histórias, tendo um vasto repertório que inclui contos populares, histórias autorais, cantigas e brincadeiras, distribuídos em diferentes espetáculos e sessões de contos para as mais diversas ocasiões.

Compartilha sua experiência e incentiva o despertar de novos contadores em oficinas, cursos e palestras para crianças, jovens e adultos.

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Junho na Barca dos Livros

Destacado

No ano em que se completa 110 anos de nascimento de João Guimarães Rosa, a Biblioteca Comunitária Barca dos Livros homenageia o autor em sua programação mensal com o livro “Grande Sertão Veredas”, publicado em 1956.

Nesta obra, o sertão é visto e vivido de uma maneira subjetiva e profunda, e não apenas como uma paisagem a ser descrita, ou como uma série de costumes que parecem pitorescos. Sua visão resulta de um processo de integração total entre o autor e a temática, e dessa integração a linguagem é o reflexo principal. Para contar o sertão, Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por Riobaldo em sua extensa e perturbadora narrativa.

Encontramos dimensões universais da condição humana – o amor, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria – retratadas através das lembranças do jagunço em suas aventuras no sertão mítico, e de seu amor impossível por Diadorim.

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Programação em pdf: JunhoNaBarcaDosLivros

Maio na Barca dos Livros

O dia 01 de maio é marcado pela luta dos trabalhadores e suas melhores condições de trabalho. Tendo como marco histórico as manifestações dos trabalhadores das indústrias de Chicago (EUA), em 1886. Manifestações, greves e enfrentamentos marcaram essa data e, em 1889, a Segunda Internacional Socialista, criou a data em homenagem aos operários que perderam suas vidas anos antes.

No Brasil, a data começou a ser celebrada em 1895. Mas, somente em 1924, a data se tornou oficial e com objetivo de comemorar os mártires do trabalho e confraternização das classes operárias, após o  decreto nº 4.859, do então presidente Arthur da Silva Bernardes.

Em homenagem e respeito à todas e todos os trabalhadores brasileiros, a Biblioteca Comunitária Barca dos Livros escolheu a arte do quadro “Operários”, de Tarsila do Amaral, para ilustrar sua programação mensal, celebrando as conquistas e fortalecendo a luta por trabalho digno e dignidade aos trabalhadores.

Maio na Barca dos Livros.

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